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DEVOÇÃO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

 
 

Devoção Franciscana

Entre os franciscanos, como em toda a Igreja, o culto ao Coração de Jesus teve duas origens: alguns chegaram a ele através da meditação privada da Paixão; outros, através da revelação bíblica ou particular.
No século XII, os teólogos transmitiram a tradição da Teologia do Coração de Jesus. Nos séculos seguintes (XIII e XIV), essa planta cresceu e tornou-se uma árvore. Esse desenvolvimento foi preparado por uma grande devoção à Paixão de Cristo, por um amor especial ao apóstolo João e por um grande número de comentários sobre o Cântico dos Cânticos. Os grandes responsáveis por isso foram os franciscanos, as religiosas de Helfta e os dominicanos. Vamos nos ocupar agora com os franciscanos.
A Ordem Seráfica contribuiu muito para a preparação e propagação do atual culto ao Coração de Cristo. Isso aconteceu no longo período de transição da idade patrística até as ‘revelações’ de Margarida Maria, com afirmações de ordem doutrinal, ascética e devocional, que se inserem particularmente no apogeu da devoção mística medieval (1250-1350) e constituem, para a própria ordem, a base das sucessivas manifestações e práticas de piedade. Dois fatos suscitaram e favoreceram essa contribuição: a espiritualidade e devoção de são Francisco à humanidade de Cristo, particularmente aos mistérios da Paixão, e a renovação desses mistérios na própria vida do Patriarca estigmatizado – dois fatos novos e inspirantes que mantiveram a atenção dos franciscanos voltada para o Redentor e para são Francisco.
A representação característica de são Francisco abraçado pelo crucificado e querendo beijar-lhe a chaga do lado (pintura de Murilo) encontrou, assim, uma feliz correspondência na apaixonada contemplação franciscana dos sofrimentos e das cinco chagas de Cristo, especialmente da chaga do lado. Dessa contemplação, aconteceu uma passagem, fácil e natural, ao próprio Coração de Cristo, em si mesmo e como símbolo do amor e fonte de toda a graça. Podemos dizer que uma devoção explícita ao Coração de Jesus nasceu no ambiente de espiritualidade cristocêntrica e de misticismo criado em torno às ordens beneditina e franciscana.
O franciscano são Boaventura, no seu Itinerarium Mentis in Deum, guia do coração do peregrino em seu itinerário em busca de Deus, afirma que o único caminho para o Pai é um grande amor ao Senhor crucificado. Esse amor deve levar a uma verdadeira comunhão de corações, com Cristo e os irmãos. E no seu livro Vitis Mystica, encontramos um primeiro aceno explícito à devoção ao Coração de Jesus: “O Coração de nosso Senhor foi transpassado por uma lança para que através da ferida visível possamos ver a ferida invisível do seu amor”. São Boaventura pode ser considerado um dos primeiros devotos do Coração de Jesus.
Muito cedo, os frades menores fizeram do Coração de Cristo objeto de meditação e pregação, de estudo e ilustração ascético-doutrinal, de invocação e culto, chegando a ver no Coração de Cristo a síntese e a verdadeira meta de toda a sua espiritualidade ligada ao divino Redentor. Com Boaventura, a verdadeira devoção, a espiritualidade e o culto do Coração de Jesus começam a tomar forma concreta na Ordem Seráfica. Ele já falava de um duplo objeto do culto ao Coração de Jesus: o Coração físico e o simbólico. Tratou ainda da finalidade do culto e das práticas devocionais. Afirmou que o objeto desse culto é o infinito amor, a infinita ternura do Coração de Cristo. Que o Coração de Jesus é o símbolo de seu grande amor pela humanidade. É um amor pleno, total e permanentemente novo. Disse também que o nosso amor por Cristo também precisa ser assim, porque a finalidade da devoção ao Coração de Cristo é exatamente a resposta de amor a esse amor do Senhor.


DEVOÇÃO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
pe. Francisco Sehnem, scj (http://www.dehonbrasil.com/scj/reflexoes)

Lendo os Evangelhos percebemos que, no entender do próprio Jesus, a vida eterna e, por isso mesmo, toda a vida cristã consiste em conhecer o Pai e a Ele (Jesus Cristo). Então vale a pena aprofundar este conhecimento feito de fé e de amor pela pessoa de Jesus (cf. Jo 17,3). Era também esta a grande prece que Paulo fazia por seus irmãos de Éfeso (Ef 3, 14-19).
Fala-se em culto, devoção e espiritualidade do Coração de Jesus. Vamos tentar entender o que significa cada um deles. Vamos tentar compreender também o que queremos dizer com a expressão ‘Coração de Jesus’.

O que se entende por culto?
A palavra culto deriva de um verbo latino (colere) e significa ter o cuidado de cultivar. O culto é a veneração que se tem por um ser ou uma pessoa, uma atitude interna feita não só de admiração, de estima e de honra, mas também de humildade, de entrega, de submissão.
Quando falamos em ‘culto religioso’, devemos lembrar que ele estabelece um relacionamento entre Deus e a pessoa humana; entre Deus que se revela, se doa e a pessoa humana que responde a Deus com serviço e amor.
O culto é, antes de tudo, interno, mas pode e deve expressar-se em atos externos. Aqui entram nossas orações pessoais, comunitárias, nossas celebrações litúrgicas com que respondemos ao amor do Coração de Jesus por nós.

O que entendemos por espiritualidade?
Espiritualidade é um termo muito usado hoje. Indica o espírito de uma coisa, um estilo de vida, uma mentalidade; é uma maneira de ser e agir. Falamos, assim, de espiritualidade sacerdotal, conjugal, franciscana, dehoniana, espiritualidade do século XIX...
Falando em espiritualidade do Coração de Jesus, pensamos numa maneira de ser, num estilo de vida que deve ter uma pessoa que acredita no amor de seu Deus e que fez até a experiência do grande amor que o Pai e o Coração de Jesus têm por ele (ela). Pensamos na vida que leva uma pessoa que acolheu em si o Espírito do Amor e se une ao Coração de Cristo nesta grande obra de redenção dos seus irmãos(ãs), por amor.

O que entendemos por devoção?
Devoção é uma palavra ambígua; pode ter vários sentidos. Aqui nós não a tomamos no sentido de uma ‘prática piedosa’, nem no sentido de ‘fervor’ ou de ‘consolação espiritual’ (como falamos de oração: Eu senti muita devoção, rezei com muita devoção).
O sentido que damos, aqui, à palavra devoção é aquela tirada dos escritos de Santo Tomás: “A prontidão habitual da vontade nas coisas que se referem ao serviço de Deus”. Significa, então, uma disposição permanente e pronta em nossa entrega a Deus. Devoção é, aqui, quase sinônimo de Consagração. Seria, então, uma resposta de amor ao amor de Cristo, consagrando-se a Ele. Cristo, por amor, deu a vida por nós (cf 1Jo 3, 16) e nos associou aos mistérios de sua vida (cf 1Pd 2, 9). Portanto, é necessário que respondamos a Ele, com o nosso amor. Isto é ser devoto do Coração de Jesus.

O que significa e expressão ‘Coração de Jesus’?
Comecemos pelo simbolismo do ‘CORAÇÃO’. Em nosso linguajar, o coração é o símbolo natural do amor. Não porque este órgão físico produza o amor, mas porque no coração repercute, de modo maravilhoso toda a gama de manifestações afetivas que, em nós, está relacionada com o amor.
O Concílio Vaticano II usa, também, o símbolo do coração ao falar do amor de Cristo: “O Filho do Homem, com sua encarnação, uniu-se a todo homem. Trabalhou com mãos de homem, pensou com inteligência de homem, trabalhou com vontade de homem, AMOU COM CORAÇÃO DE HOMEM” (GS 32).
Com a expressão ‘Coração de Jesus’ entendemos a própria Pessoa de Jesus, o seu aspecto mais nobre, mais atraente para nós: o AMOR, síntese e foco unificador de toda a vida, de toda a obra e de toda a Pessoa de Jesus.
A devoção ao Coração de Jesus venera o amor humano do Filho de Deus Encarnado. Lembra Jesus que nos ama com amor humano e, por isso, nós sentimos nosso Deus muito próximo de nós, caminhando ao nosso lado.
Mas, a devoção ao Coração de Jesus venera não só o amor humano de Jesus. Lembra e venera, também, o seu amor divino. Quando dizemos Coração de Jesus (ou Coração de Cristo), queremos significar a Pessoa de Jesus Cristo, enquanto é, na sua Pessoa e na sua vida, a máxima manifestação do amor divino-humano com que Jesus Cristo nos amou e nos ama.
Pio XII escrevia: “O Coração de Jesus é o Coração de uma Pessoa divina, ou seja, do Verbo Encarnado e, por isso, representa e, por assim dizer, nos põe diante dos olhos todo o amor que Ele teve e ainda tem por todos nós. Portanto, fácil é concluir que, em sua essência, o culto ao Coração de Jesus é o culto ao amor com que Deus nos amou por meio de Jesus e, ao mesmo tempo, a prática do nosso amor para com Deus e o próximo” (H. A. in AAS 48, 344s).
E João Paulo II nos lembra que, na Pessoa de Jesus Cristo, se revela também o amor misericordioso do Pai para com a humanidade. O Coração de Jesus será então, também, o amor misericordioso do Pai que, em Cristo, se revela e se doa totalmente a nós.
E a melhor forma de sermos devotos do Coração de Jesus no mundo de hoje será levar esta misericórdia do Coração de nosso Deus aos nossos irmãos e irmãs, principalmente aos pobres, oprimidos, esquecidos, marginalizados; é ser misericórdia do Coração de Jesus para todos eles e tentar reconstruir neles o rosto, o projeto de Deus.


Consagração ao Coração de Jesus
Coração de Jesus, eu confio em vós, mas aumentai a minha fé.
Vós dissestes: "Pedi e recebereis".
Confiando em vossa promessa, venho pedir vossa ajuda.
Vós estais mais interessado na nossa felicidade que nós mesmos.
Por isso, ponho em Vosso Coração os meus pedidos,as minhas preocupações, os meus sofrimentos e as minhas esperanças.
Coração de Jesus, eu confio em Vós, mas aumentai a minha confiança.
Jesus, manso e humilde de coração, fazei meu coração semelhante ao Vosso.
Amém.

“Doce Coração de Jesus, faz com que eu te ame sempre mais!”
Conquanto a devoção ao Sagrado Coração tenha sólidos fundamentos nas fontes da Revelação, isto é, na Sagrada Escritura e Tradição, e conquanto o culto tributado ao amor de Deus Pai e de Jesus Cristo, através do símbolo do Coração transfixado do Redentor nunca esteve completamente ausente da piedade dos fiéis, só gradualmente tal devoção foi se difundindo, de modo público, entre o povo cristão e obtendo a aprovação oficial da Igreja.
Se é certo que essa devoção tomou forte impulso, sobretudo depois que o próprio Senhor revelou o mistério divino de seu Coração à Santa Margarida Maria, é igualmente certo que ao aprová-la, a Igreja não se fundamentou nas revelações particulares aos santos.

São Boaventura de Bagnoreggio foi quem teve a primeira visão do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria – quem impôs estes nomes aos corações. A tradição franciscana notou que na aparição, compôs a jaculatória usada ainda hoje:“Doce Coração de Jesus, faz com que eu te ame sempre mais!”
Mas é também um grande fato a célebre visão que teve Santa Margarida Maria Alacoque, em 4 de outubro de 1686, quando lhe apareceu nosso Senhor Jesus Cristo e lhe mostrou São Francisco, revestido de uma luz e de um esplendor inefável, elevado em um eminente grau de glória sobre os santos e unido àquela memorável palavra: “Eis o Santo mais unido ao meu Coração; toma-o como o teu guia!”

Em 1675 um padre secular (Eudes) obteve do Papa Clemente X a aprovação das confrarias do Sagrado Coração, e indiretamente a aprovação dessa devoção. Em 1765, o Papa Clemente XIII aprovou uma festa litúrgica do Sagrado Coração só para a Polônia e para Roma, mas os franciscanos já celebravam internamente na Ordem. Quase um século depois, em 1856, o Papa Pio IX prescrevia essa festa para toda a Igreja. Na Ordem, durante o governo de São Boaventura, como Ministro Geral (1257-1274), no ano de 1263 recebeu da Santa Sé (do Papa Bento XII) a aprovação para a devoção. Porém, a consagração da Ordem só se deu em 1879. Dez anos mais tarde (1889), o Papa Leão XIII elevou à categoria de primeira classe (solenidade) a festa particular dos franciscanos e das confrarias, com a encíclica Annum sacrum.
Este mesmo Papa abriu a série das encíclicas sobre a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Desde então, a voz dos Papas não cessou de enaltecê-la e recomendá-la: encíclicas, cartas apostólicas, discursos, vieram se sucedendo nos últimos tempos. Assim a Igreja vem oferecendo ao povo cristão um rico manancial de um profundo conhecimento de Cristo, a fim de despertar os fiéis para um amor mais sincero e ardente para o Coração do Verbo Encarnado, incitando-os, ao mesmo tempo, a imitar os sentimentos do divino Coração. O ato de desagravo ao Sagrado Coração de Jesus foi publicado, pela primeira vez, pelo Papa Pio XI, em 08 de Maio de 1928, com a carta Miserentissimus Redemptor.

Foi à Santa Margarida Maria que as promessas foram feitas e, por este mesmo motivo, mais estruturalmente organizada a solenidade. O motivo do tempo de comemoração remonta sempre à Santíssima Trindade e ao Mistério da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor, isto é, terceira sexta-feira (memorial da sexta-feira da Paixão) depois de Pentecostes e o terceiro sábado, que remonta ao Sábado Santo – dia da “grande espera”. Nesta ocasião é oportuna e recomendada a oração da Salve Regina, em que invocamos a Virgem Maria como “Advogada nossa”; o termo “Advogado”, em grego, é traduzido por “Paráclito”, que tanto para a Igreja do Oriente, como do Ocidente é a terminologia própria para a Terceira Pessoa da Trindade – o Espírito Santo – o que novamente remonta a Pentecostes.
Ou seja, numa linha de sucessão de solenidades, desde pentecostes, passamos pelos mistérios da Santíssima Trindade, do Corpo e Sangue do Senhor e, finalmente, do seu Sacratíssimo Coração e do Imaculado Coração de Sua Mãe.


ORAÇÃO DE SÃO BOAVENTURA
"Achei o Coração do meu Senhor, do meu irmão, do meu amigo, o Coração do meu dulcíssimo Jesus. E não hei de adorá-lo? Sim e a ele hei de endereçar minhas súplicas. Mais ainda o Vosso Coração é meu: como os olhos da minha cabeça são meus, assim também o Coração da minha cabeça espiritual a mim pertence, é meu, é tudo meu. E assim como eu achei o Vosso Coração ó Jesus amável, que é também o meu, assim também eu Vos suplicarei ó meu Deus. Aceitai, ó meu Senhor, as minhas orações neste santuário de Vossa liberalidade. Melhor ainda, dignai-Vos fazer-me entrar neste Vosso Coração".



 
 
SÃO FRANCISCO E O SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
 
     
 

A Ordem Franciscana contribuiu muito para a preparação e propagação do culto ao Sagrado Coração de Jesus. Foram dois fatores principais desta contribuição: primeiro a espiritualidade e devoção de São Francisco à humanidade de Cristo, particularmente aos mistérios da Paixão; depois, a renovação desses mistérios na própria vida de São Francisco estigmatizado como o Crucificado.
Pode-se dizer que a devoção explícita ao Sagrado Coração de Jesus nasceu no ambiente de espiritualidade cristocêntrica (coloca o Cristo no centro de tudo) das ordens beneditina e franciscana.
O franciscano São Boaventura Bagnoreggio, considerado um dos primeiros devotos do Sagrado Coração de Jesus, afirma que o único caminho para o Pai é um grande amor ao Senhor crucificado (“Itinerarium Mentis in Deum” – Itinerário da Mente em Deus). Esse amor deve levar a uma verdadeira comunhão de corações, com Cristo e com os irmãos. No seu livro “Vitis Mystica” (Videira Mística), encontramos um primeiro aceno explícito à devoção ao Coração de Jesus: “O Coração de nosso Senhor foi transpassado por uma lança para que através da ferida visível possamos ver a ferida invisível do seu amor”.
São Boaventura afirmou que o objeto dessa devoção é o infinito amor, a infinita ternura do Coração de Cristo. Que o Coração de Jesus é o símbolo de seu grande amor pela humanidade. É um amor pleno, total e permanentemente novo. Disse também que o nosso amor por Cristo também precisa ser assim, porque a finalidade da devoção ao Coração de Cristo é exatamente a resposta de amor a esse amor do Senhor.
Os franciscanos logo fizeram do Coração de Cristo objeto de meditação e pregação, de estudo e ilustração ascético-doutrinal, de invocação e culto, chegando a ver no Coração de Cristo a síntese e a verdadeira meta de toda a sua espiritualidade ligada ao divino Redentor.
Os franciscanos já celebravam internamente na Ordem a devoção ao Sagrado Coração e, em 1856, o Papa Pio IX prescreveu essa festa para toda a Igreja.
Hoje a espiritualidade do Sagrado Coração de Jesus nos faz pensar numa maneira de ser, num estilo de vida que expresse o amor de Deus, a ternura e a misericórdia Dele para com cada filho e filha.

Oração:
"Achei o Coração do meu Senhor, do meu irmão, do meu amigo, o Coração do meu dulcíssimo Jesus. E não hei de adorá-lo? Sim e a ele hei de endereçar minhas súplicas... E assim como eu achei o Vosso Coração ó Jesus amável, que é também o meu, assim também eu Vos suplicarei ó meu Deus. Aceitai, ó meu Senhor, as minhas orações neste santuário de Vossa liberalidade. Melhor ainda, dignai-Vos fazer-me entrar neste Vosso Coração". (S. Boaventura)

Consagração ao Coração de Jesus
Coração de Jesus, eu confio em vós, mas aumentai a minha fé.
Vós dissestes: "Pedi e recebereis".
Confiando em vossa promessa, venho pedir vossa ajuda.
Vós estais mais interessado na nossa felicidade que nós mesmos.
Por isso, ponho em Vosso Coração os meus pedidos,
as minhas preocupações, os meus sofrimentos e as minhas esperanças.
Coração de Jesus, eu confio em Vós, mas aumentai a minha confiança.
Jesus, manso e humilde de coração, fazei meu coração semelhante ao Vosso.
Amém.

(Pintura de Murilo)


Esta representação característica de são Francisco abraçado pelo crucificado e querendo beijar-lhe a chaga do lado suscitou a passagem, fácil e natural, ao próprio Coração de Cristo, em si mesmo e como símbolo do amor e fonte de toda a graça.

Visão do Sagrado Coração de Jesus de São Boaventura de Bagnoreggio: “Doce Coração de Jesus, faz com que eu te ame sempre mais!”

Visão de Santa Margarida Maria Alacoque, em 4 de outubro de 1686, quando lhe apareceu nosso Senhor Jesus Cristo e lhe mostrou São Francisco: “Eis o Santo mais unido ao meu Coração; toma-o como o teu guia!”

 
     
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